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      <title><![CDATA[Matérias do Jornal - splaghynia.com]]></title>
      <link>http://splaghynia.webnode.com</link>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:06:00 +0100</pubDate>
      <lastBuildDate>Mon, 08 Feb 2010 00:06:00 +0100</lastBuildDate>
      <category><![CDATA[Matérias do Jornal]]></category>
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      <managingEditor><![CDATA[gigasydra@gmail.com (Thiago André Pereira Leite)]]></managingEditor>
      <webMaster><![CDATA[gigasydra@gmail.com (Thiago André Pereira Leite)]]></webMaster>
      <item>
         <title><![CDATA[Sobre o sono]]></title>
         <link>http://www.splaghynia.com/news/sobre-o-sono/</link>
         <description><![CDATA[
    
        
            
        
    
    
        
            
            "Quando abandonei com insensatez a glória paterna, desperdicei no mal a fortuna que me destes. Por isso, eu Vos clamo como o filho pródigo: pequei contra Vós, ó Pai misericordioso; recebei-me arrependido e fazei-me um de vossos mercenários"
            Kondákion do Filho Pródigo
            
        
    

"...não pudeste vigiar uma hora" (Mc 14, 37)
&#160;
"O nosso cristianismo se fez cultura, "governo", posição,...]]></description>
         <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:06:00 +0100</pubDate>
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         <category>Matérias do Jornal</category>
         <content:encoded><![CDATA[<table class="modernTable withHeader" style="width: 10px" cellspacing="0" cellpadding="0" width="10" align="right" border="0">
    <thead>
        <tr>
            <td style="text-align: center"><img style="width: 150px; height: 215px" alt="" src="http://files.splaghynia.com/200002802-ba8debb880/PRODSON.jpg" /></td>
        </tr>
    </thead>
    <tbody>
        <tr>
            <td style="text-align: center">
            <p>"Quando abandonei com insensatez a glória paterna, desperdicei no mal a fortuna que me destes. Por isso, eu Vos clamo como o filho pródigo: pequei contra Vós, ó Pai misericordioso; recebei-me arrependido e fazei-me um de vossos mercenários"<br />
            <b>Kondákion do Filho Pródigo</b></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>
<p>"<i>...não pudeste vigiar uma hora</i>" (Mc 14, 37)</p>
<p>&#160;</p>
<p>"O nosso cristianismo se fez cultura, "governo", posição, poder entre os poderes... não mais revolução, martírio, humilhação, cruz sofrida e abandonada...</p>
<p>Somos os cristãos dos domingos, entre os santos reluzentes. O sangue incruento do Sacrifício de cristo se fez incruento também em nossas vidas.</p>
<p>Devoções, flores, círios, altares artísticos, orações e ladainhas adornam as nossas belas igrejas, que ainda esperam pelo fogo do Espírito.</p>
<p>Construimos o nosso carneiro d'ouro e ai daqueles que o tocarem: a nossa fé desmontaria!</p>
<p>Protegemo-nos diante das tradiões de nossos padres, esquecendo-nos de nosso Pai.</p>
<p>Defendemo-nos sob uma promessa, como qualquer pagão medroso, esquecendo-nos o Dom da vida.</p>
<p>Consolamo-nos sob as ansiosas comunhões cotidianas, matando a Caridade na face de cada irmão da irmã terra.</p>
<p>Creio que toda esta cultura e tradição... é fé. Mas a que serve a crença? Cristo não quer a fé para mudar o mundo mas o amor. Nos admoesta de acreditar Nele com o amor.</p>
<p>O pressuposto da nossa redenção não é a fé, mas o Amor que é fé em deus e esperança no seu Poder.</p>
<p>"De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso esta fé poderá salvá-lo? Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: "Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos", mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma..." (1 Tg 2, 14ss)</p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align: right; "><b>Extraído do livro Grito de Ressurreição de nosso Fundador - pág. 14</b></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Celibato - A graça de ser só!]]></title>
         <link>http://www.splaghynia.com/news/celibato-a-graca-de-ser-so/</link>
         <description><![CDATA["Há pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar
&#160;
Ando pensando no valor de ser só.
Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária
nos últimos dias. 
Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres. 
Lutam,mesmo que não as tenhamos convocado para tal,para que recebamos o direito de nos casar e constituir família.
Já presenciei discursos inflamados de pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.
Eu também...]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Jan 2010 10:18:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://www.splaghynia.com/news/celibato-a-graca-de-ser-so/</guid>
         <category>Matérias do Jornal</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>"Há pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar</p>
<p>&#160;</p>
<p>Ando pensando no valor de ser só.</p>
<p>Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária<br />
nos últimos dias. <br />
Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres. <br />
Lutam,mesmo que não as tenhamos convocado para tal,para que recebamos o direito de nos casar e constituir família.</p>
<p>Já presenciei discursos inflamados de pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.</p>
<p>Eu também fico indignado, mas de outro modo. <br />
Fico indignado quando a sociedade interpreta a vida celibatária como mera restrição da vida sexual. <br />
Fico indignado quando vejo as pessoas se perderem em argumentos rasos,  limitando uma questão tão complexa ao contexto do "pode ou não pode".</p>
<p>A sexualidade é apenas um detalhe da questão. <br />
Castidade é muito mais. <br />
Castidade é um elemento que favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da possibilidade de fazer da vida uma experiência de doação plena. <br />
Digo por mim. <br />
Eu não poderia ser um homem casado e levar a vida que levo. <br />
Não poderia privar os meus filhos de minha presença para fazer as escolhas que faço. <br />
O fato de não me casar, não me priva do amor. <br />
Eu o descubro de outros modos. <br />
Tenho diante de mim a possibilidade de ser daqueles que precisam de minha presença.<br />
a palavra que digo, na música que canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição humana está colocado. <br />
É o que tento viver. <br />
É o que acredito ser o certo.</p>
<p>Nunca encarei o celibato como restrição. <br />
Esta opção de vida não me foi imposta. <br />
Ninguém me obrigou a ser padre, e, quando escolhi sê-lo, ninguém me enganou. <br />
Eu assumi livremente todas as possibilidades do meu ministério, mas também todos os limites. <br />
Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades. <br />
Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos. <br />
É questão de maturidade.</p>
<p>Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só. <br />
Não vivo lamentando o fato de não me casar. <br />
Ao contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo o que faço. <br />
Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não faço desta luta uma experiência de lamento. <br />
Já caí inúmeras vezes ao longo de minha vida. <br />
Não tenho medo das minhas quedas. <br />
Elas me humanizaram e me ajudaram a compreender o significado da<br />
Misericórdia. <br />
Eu não sou teórico. <br />
Vivo na carne a necessidade de estar em Deus para que minhas esperanças continuem vivas. <br />
Eu não sou por acaso. <br />
Sou fruto de um processo histórico que me faz perceber as pessoas que posso trazer para dentro do meu coração. <br />
Deus me  mostra. <br />
Ele me indica, por meio de minha sensibilidade, quais são as pessoas que<br />
poderão oferecer algum risco para minha castidade. <br />
Eu não me refiro somente ao perigo da sexualidade. <br />
Eu me refiro também às pessoas que querem me transformar em "propriedade privada". <br />
Querem depositar sobre mim o seu universo de carências e necessidades,  iludidas de que eu sou o redentor de suas vidas.</p>
<p>Contra a castidade de um padre se peca de diversas formas. <br />
É preciso pensar sobre isso. <br />
Não se trata de casar ou não. <br />
Casamento não resolve os problemas do mundo.</p>
<p>Nem sempre o casamento acaba com a solidão. <br />
Vejo casais em locais públicos em profundo estado de solidão. <br />
Não trocam palavras nem olhares. <br />
Não descobriram a beleza dos detalhes que a castidade sugere. <br />
Fizeram sexo de mais, mas amaram de menos. <br />
Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de outras formas de carinho.</p>
<p>É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição que alguém me fez.</p>
<p>Da mesma forma que eu continuo lutando para que os casais descubram que o<br />
casamento também não é uma imposição. <br />
Só se casa aquele que quer. <br />
Por isso perguntamos sempre <br />
É de livre e espontânea vontade que o fazeis?</p>
<p>É simples. <br />
Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor. <br />
A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções".</p>
<p>&#160;</p>
<p><b>Pe. Fabio de Melo</b></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Nossa Senhora do Araguaia]]></title>
         <link>http://www.splaghynia.com/news/nossa-senhora-do-araguaia/</link>
         <description><![CDATA[Senhora do Araguaia    
Passarinha de ternura
comadre do dia a dia     
nas muitas águas da vida
senhora libertadora,      
enche de Reino a História,
mui servido Maria.         
e o rio, de poesia.

Por teus olhos esperamos,    
Senhor do Araguaia,
Deus por tua mão caminha,   
garça de Graça, Maria!
do pote fiel do teu ventre
bebemos sede divina.

Dom Pedro Casaldáliga
Bispo Emérito de S. Félix do Araguaia/MT&#160;]]></description>
         <pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:42:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://www.splaghynia.com/news/nossa-senhora-do-araguaia/</guid>
         <category>Matérias do Jornal</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Senhora do Araguaia    <br />
Passarinha de ternura<br />
comadre do dia a dia     <br />
nas muitas águas da vida<br />
senhora libertadora,      <br />
enche de Reino a História,<br />
mui servido Maria.         <br />
e o rio, de poesia.<br />
<br />
Por teus olhos esperamos,    <br />
Senhor do Araguaia,<br />
Deus por tua mão caminha,   <br />
garça de Graça, Maria!<br />
do pote fiel do teu ventre<br />
bebemos sede divina.</p>
<p style="text-align: right; "><br />
<b>Dom Pedro Casaldáliga<br />
</b>Bispo Emérito de S. Félix do Araguaia/MT&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Por que ainda ser cristão hoje? ]]></title>
         <link>http://www.splaghynia.com/news/por-que-ainda-ser-cristao-hoje/</link>
         <description><![CDATA[Por que resistir em uma Igreja, em uma sociedade, em um posto maior ou menor em que se esteja colocado,
- quando se vê quão pouco se faz de verdadeira renovação na Igreja e na sociedade?
- quando os ventos tomaram outras direções e passam a soprar agora contra o nosso rosto?
- quando não se tem mais que nadar a favor, mas contra a corrente, e as forças vão se esgotando?
- quando nossas idéias são ignoradas, rejeitadas e até mesmo recebidas com hostilidade e ódio?
- quando  outros chegam a...]]></description>
         <pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:39:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://www.splaghynia.com/news/por-que-ainda-ser-cristao-hoje/</guid>
         <category>Matérias do Jornal</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Por que resistir em uma Igreja, em uma sociedade, em um posto maior ou menor em que se esteja colocado,<br />
- quando se vê quão pouco se faz de verdadeira renovação na Igreja e na sociedade?<br />
- quando os ventos tomaram outras direções e passam a soprar agora contra o nosso rosto?<br />
- quando não se tem mais que nadar a favor, mas contra a corrente, e as forças vão se esgotando?<br />
- quando nossas idéias são ignoradas, rejeitadas e até mesmo recebidas com hostilidade e ódio?<br />
- quando  outros chegam a negar-nos a condição de cristão e católico e qualquer calúnia é válida como argumento?</p>
<p><b>Eu resisto<br />
</b>- porque o que nós chamamos de êxito não tem que manifestar-se em números;<br />
- porque, a partir da mensagem de Jesus, a pequenez do grupo, a limitação dos meios, a insufisiência da atividade, os fracassos no trabalho, não precisam necessariamente ser sinal de fraqueza;<br />
- porque continuamente me é dado tudo quanto preciso para resistir, e assim não sou provado acima de minhas forças;<br />
- porque, à luz do sofrimento, do fracasso e da crucifixão de Jesus, é precisamente na impotência que pode manifestar-se o poder, na fraqueza a força, na pequenez a grandeza e na humildade a autoconfiança;<br />
- porque por isso também na Igreja é possível esperar contra toda esperança.</p>
<p style="text-align: right; "><b>Hans Kung,</b> Teólogo suiço católico&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
   </channel>
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