Ο ΛΟΓΟΣ ΓΑΡ Ο ΤΟΥ ΣΤΑΥΡΟΥ ΜΩΡΙΑ ΕΣΤΙΝ

Discurso de Sua Beatitude o Patriarca Gregório III

Discurso de Sua Beatitude o Patriarca Gregório III em em abertura do Santo Sínodo de 2010, na Residência Patriarcal de Aïn Traz, Líbano. Aproveitemos o mês aproximado que ainda resta para sua visita para que conheçamos um pouco de seu pensamento.

Santo Sínodo de 2010, Aïn Traz

No dia 26 de junho, terminou o Santo Sínodo de 2010 dos Bispos Greco-Católicos Melquitas, reunidos na Residência Patriarcal de Verão de  Aïn Traz, no Líbano. Já fui informado que S.Excia. o Arcebispo D. Cyril Bustros de Nossa Senhora da Anunciação dos EUA será transferido para a Arquieparquia de Beirute (que, pelo que entendi, não abrangerá mais a região de Jbeil, a qual será uma nova eparquia) e que S.Excia. o Arcebispo D. Issam Darwish de S. Miguel da Austrália e Nova Zelândia, à Arquieparquia de Zahle, Furzol e do Bekaa. Segue o interessante discurso de Sua Beatitude durante a abertura do Sínodo, caridosamente traduzido por Youssef Cherem:

 

 

Discurso de Sua Beatitude o Patriarca Gregório III,

Durante a abertura do Santo Sínodo da Igreja Melquita

21-26 de junho de 2010

 

Amados irmãos Bispos,

Membros do Santo Sínodo e reverendíssimos Padres,

Amados Superiores de nossas congregações religiosas

 

Tradução do árabe para o português por Youssef Cherem

Desejo tudo de bom para vocês, amados irmãos, e rezo por vocês e por seu rebanho, e para os membros de suas ordens religiosas e congregações.
Agradeço a Nosso Salvador que nos reuniu hoje mais uma vez neste ano, neste nosso sínodo sagrado, em que convergem os irmãos de fé e companheiros na liderança (ri`áyat), e os pastores e servos de Deus e nossos irmãos seres humanos.

Lembramos também no espírito deste sínodo nosso irmão falecido nosso irmão o Bispo Antoine Hayek, que partiu para a alegria do Senhor no primeiro sábado de abril. Nós realizamos seus funerais na sua cidade natal de Maghduche com um grupo de irmãos bispos.

Neste ano dedicado aos sacerdotes e ao sacerdócio, nossas paróquias realizaram várias atividades para comemorá-lo. Nesse ano, Deus nos concedeu a graça de encontrar três mensageiros do Senhor Jesus Cristo, três mensageiros de sua glória Eu gostaria de rever convosco as figuras de três mensageiros: Tomé, Paulo e Tiago.

Eu visitei a Índia com meu irmão com Sua Excelência o Bispo Joseph Absi, Vigário Geral Patriarcal em Damasco; Sua Excelência o Arcebispo Jules Zerey, Vigário Geral Patriarcal em Jerusalém; o Economos Elie Chátawi, administrador geral patriarcal, e o Padre Antoine Dib, secretário-geral patriarcal. Visitamos juntos a Igreja Oriental da Índia. Os fiéis da Índia chamam-se “Cristãos de São Tomé”, porque foi ele que trouxe o Evangelho do Senhor (Jesus) Cristo/Messias por volta do ano 54! Conhecemos Tomé nos Evangelhos como o apóstolo que duvidou de Cristo. Mas vemos seu outro lado na sua ida à Índia, através da Síria, do Iraque, do Irã e do Afeganistão. Que apóstolo bravo e corajoso! E sua coragem e sua ousadia, apesar da dúvida, estão na base de sua busca pela verdade revelada! Assim, a sua ousadia e a sua coragem fundamentam a sua grande perseverança no caminho do Santo Evangelho, e pela propagação dos valores divinos na Índia, um país que não era nem grego, nem judeu. Ele se aventurou pelo desconhecido, para pregar a boa-nova em nome de um Deus desconhecido, até prestar testemunho de sangue. É como se tivessem sido ditas a respeito dele as palavras do apóstolo Paulo: “Não herdei o espírito de medo, mas o espírito do poder e da coragem”. Tomé é exemplo para nós da vida a serviço do nosso mestre Jesus Cristo e da nossa vocação/chamado, para suportar os rigores do evangelho e pregar a palavra de Deus no mundo de hoje.

Visitei Malta com meu irmão o Vigário-Geral Patriarcal o Arcebispo Joseph al-Absi e o Arquimandrita Mtanios Haddad, Apocrisário da Santa Sé em Roma. A ilha tem 365 igrejas, das quais 50 têm o nome de São Paulo. Paulo chegou em Malta em extrema vulnerabilidade, humilhação e vergonha. Ele estava preso, acorrentado e humilhado, tremendo de frio, pego entre bárbaros de um lado e os implacáveis soldados romanos de outro. Depois de passar 15 dias arriscado a afundar no mar, o navio chegou à ilha.

E ele estava a caminho de testemunhar seu mestre e Deus Jesus Cristo! Uma grande missão se desvelava diante dele, embora estivesse nas profundezas da miséria e da humilhação!

Ao chegar na ilha ele mudou de um homem fraco, miserável, trêmulo, de dar dó, para missionário e taumaturgo, levando o governador da ilha e todos os seus habitantes a conhecer Cristo e seu amor! Foi como uma nova e maravilhosa transformação, semelhante àquela pela qual passou nos portões de Damasco, onde foi convertido de perseguidor a pregador de Cristo.

E foi como ele disse, descrevendo a fraqueza numa carta aos Coríntios: “Desse homem eu me gloriarei, mas de mim mesmo não me gloriarei, a não ser das minhas fraquezas. Pois, ainda que me quisesse gloriar, não seria insensato, porque diria a verdade. Mas abstenho-me, para que ninguém me tenha em conta de mais do que vê em mim ou ouve dizer de mim. Demais, para que a grandeza das revelações não me levasse ao orgulho, foi-me dado um espinho na carne, um anjo de Satanás para me esbofetear e me livrar do perigo da vaidade. Três vezes roguei ao Senhor que o apartasse de mim.

Mas ele me disse: Basta-te minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força. Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo.

Eis por que sinto alegria nas fraquezas, nas afrontas, nas necessidades, nas perseguições, no profundo desgosto sofrido por amor de Cristo. Porque quando me sinto fraco, então é que sou forte.” (II Coríntios, 12, 5-10).

Junto do Arquimandrita Gabriel Ghanoum e do Arquimandrita Mtanios Haddad, visitei um grande centro de peregrinação ocidental, o segundo maior depois da Igreja da Ressurreição e da Terra Santa, a terra de São Tiago Apóstolo na Espanha, em Santiago de Compostela, que, traduzindo, ficaria: São Tiago no Campo de Estrelas.

Temos nele um exemplo: Tiago viajou do oriente ao extremo ocidente, o fim do mundo habitado (chamado, em francês, Finistères), da região do Mediterrâneo ao grande oceano, para trazer o evangelho de seu Mestre Jesus do oriente ao ocidente!

Em tudo isso há uma mensagem para nós, pastores e sucessores dos apóstolos. Aqui temos três apóstolos exemplares, e, na verdade, o exemplo de todos os apóstolos nos mostra o caminho em nossa vida cristã e em nosso ministério pastoral, especialmente nessa encruzilhada crítica no Oriente Médio, e enquanto nos preparamos para o Sínodo de Bispos do Oriente Médio. Muitos sentem medo e frustração devido às dificuldades enfrentadas pela sociedade cristã em particular. Precisamos da coragem os apóstolos e pais na fé!

Eu gostaria de ser um profeta do otimismo e espalhar otimismo em volta de mim, na minha Igreja e além. Como pastores, não desejamos todos ter otimismo? Nós queremos ser otimistas. Quero ser otimista a respeito das questões da nossa existência e da nossa presença, nossa história, nosso testemunho e nosso papel presente e missão futura no Oriente Árabe, o berço do Cristianismo, onde o pequeno rebanho árabe pode traçar suas raízes há mais de dois mil anos de cooperação na construção da história, civilização, cultura, indústria, filosofia, ciência, literatura, pensamento e criatividade, arquitetura, negócios e política no mundo árabe…

Há razões inegáveis para pessimismo, mas também há razões genuínas para otimismo. E vocês e eu preferiríamos ser otimistas, para que nosso otimismo alivie o pessimismo de outros que têm razões verdadeiras para estarem pessimistas.

Para mim, essa foi a minha posição ao servir como sacerdote no sul do Líbano, no meu episcopado na Palestina, e meu patriarcado, especialmente na Síria e no Líbano, e agora no Mundo Árabe e nos países árabes e entre governantes árabes muçulmanos. Eu estive e ainda estou em diálogo constante com eles em todos os momentos da minha vida, e nos meus projetos e planos para encontros e trocas intelectuais no Líbano (bem como no Centro de Encontro na Palestina) e nas minhas opiniões expressas em minhas cartas…

Caros irmãos bem-amados!
Em nosso Sínodo, temos que nos preparar para a Assembleia Especial para o Oriente Médio no Sínodo dos Bispos, que se entitula: “A Igreja Católica no Oriente Médio:

Comunhão e Testemunho”.
Todos vocês estudaram o documento-guia (Lineamenta) e as respostas enviadas no final de abril e começo de maio. Com base nisso, o primeiro documento foi reescrito, transformando-se num valioso novo documento, e Sua Santidade o Papa Bento XVI nos entregou esse Instrumentum Laboris ao nos convidar para encontrá-lo durante sua peregrinação ao Chipre nos passos de São Paulo (de 4 a 6 de junho de 2010).

Não há dúvida de que vocês estão a par desse novo documento.
Agora temos que nos preparar para participar desse Sínodo e somos todos convidados a participar. Nós temos o direito de um pronunciamento durante a

Conferência em Roma (10-24 de outubro de 2010). Pode ser uma intervenção longa ou breve. É importante não tomar mais tempo do que o alocado para cada intervenção específica (haverá ajuda quanto a isso).

Os tópicos levantados no documento não nos são estranhos, pelo contrário, estamos constantemente atentos a eles, sendo um reflexo disso as cartas dos Patriarcas das Igrejas Orientais desde os anos 90. Minhas mensagens e cartas (especialmente aquelas catalogadas desde 2003) trataram dos mesmos temas.

Tenho considerado com muito cuidado o trabalho de nossos pais no Concílio Vaticano II, em particular nosso predecessor Patriarca Máximo IV Sayegh e os bispos que participaram da assembleia, incluindo especialmente os bispos Edelby, Zoghby, Tawil, Najme e Medawar… Todos sabemos que, entre os principais luminares do Concílio Vaticano II, somando mais de 2500, houve umas 15 personalidades que se sobressaíram, entre elas, o Patriarca Máximo IV Sayegh e o Arcebispo Elias Zoghby.

No Vaticano II, nossos pais falaram do ponto de vista oriental, nas deliberações sobre a liturgia, a posição da Igreja no diálogo ecumênico, e em relação ao Islã e ao Judaísmo.

O documento de trabalho que definirá a agenda para o Sínodo para o Oriente Médio é de natureza pastoral, eclesiástica e social… Da mesma forma como nossos pais e predecessores participaram do Concílio Vaticano II, deve haver uma preparação adequada para o próximo Sínodo. De fato, os tópicos neste Sínodo dizem respeito a todos nós, em nossas paróquias e em nossos países, e em nossas eparquias, já que tratam especialmente de nossa existência, nossa história e testemunho e nossa existência presente e futura no Oriente Árabe, o berço do Cristianismo, onde esse pequeno rebanho tem sido um companheiro contínuo e constante do Mundo Árabe na construção da história, civilização, cultura, indústria, comércio, filosofia, literatura, ciência, poesia, arquitetura, medicina e política…

Precisamos que todos criem um assunto a ser tratado numa intervenção apropriada.

Examinaremos durante o sínodo como dividir os tópicos de forma que seja tratado o maior número possível de tópicos no Sínodo, sem simplesmente repeti-los.

Eu enviei uma carta aos chefes de Estado árabes sobre o bloqueio aos nossos filhos e aos nossos irmãos palestinos em Gaza, sobre  a participação de nosso irmão, o bispo Hilarion Capucci, na Frota da Liberdade, e conclamei os palestinos à união para obter sucesso na defesa de sua causa justa e seus direitos usurpados.

Eu também enviei uma carta aos reis, príncipes e presidentes informando-os sobre o Sínodo para o Oriente Médio, que incluía uma seção:
“O objetivo desta carta é informar a Vossas Excelências que é essencial que estejam a par deste documento. Ele merece vossa atenção, porque diz respeito aos seus concidadãos cristãos, que vós já conheceis, e ao significado de sua existência, e ao seu papel nacional, político, religioso e social, que vós apreciais.

“Digo-vos que tendes o poder e o dever de garantir uma presença cristã contínua e o papel futuro dos cristãos e a segurança, integridade e confiança no presente e no futuro de cada cristão e sua família… Tudo isso é responsabilidade vossa! E isso depende de nossos irmãos, os cidadãos muçulmanos!”
Ó governantes! Estamos convosco, e somos um apoio para os países árabes nos bons e maus tempos, em casa ou no estrangeiro. Nós fomos e ainda somos fiéis à nossa pátria através da história até o presente, e continuaremos a manter nosso serviço e nosso testemunho!”

Muitos governantes distintos, escritores e intelectuais, louvaram inequivocamente o papel dos cristãos, e a importância da coexistência, e a presença cristã ao lado dos cidadãos muçulmanos, dizendo que seria uma grande perda para o mundo árabe perder a presença dos cristãos…

Líbano

Realizaremos nosso Sínodo em nosso querido país, o Líbano, o país do diálogo e encontro entre todas os filhos de Deus. Acreditamos que o consenso sobre as questões mais importantes de interesse mútuo é a melhor maneira de descobrir fatores de coesão e unidade entre os vários grupos políticos e religiosos, que são essencialmente a riqueza real do país e da região. Estamos preocupados em manter nossa estrutura, nossa civilização e nossa presença, e ao mesmo tempo ansiosos em manter nossa convivência e interação com nossos concidadãos muçulmanos. A boa interação é a ponte ligando os corações e mentes das pessoas.

Somos gratos pela promessa de retorno de relações fraternais entre o Líbano e a Síria, esperando que laços amorosos serão cada vez mais consolidados e fortalecidos, pelo bem dos dois países.

Nossas felicitações para a Igreja Maronita, seu Patriarca, seu clero e seus fiéis, na ocasião da beatificação do venerável irmão, o Abençoado Estêvão (Nehme).

Cristãos fora da administração significa: fora do país

Encorajamos nossos filhos a se envolverem nas forças armadas e nas forças internas de segurança, na segurança pública e na segurança do Estado e na alfândega, de forma a preservar o Líbano e para manter nosso papel de parceria completa e responsabilidade na administração civil. Conclamamos os fiéis a se envolverem no serviço público e no setor público, porque se ficarmos de fora do serviço público, ficamos fora do país. Exigimos igualdade em todos os setores e categorias de cargos para preservar o espírito da reconciliação nacional.

E nós agradecemos sempre os governantes nos países árabes onde quer que se encontrem nossos fiéis ou eparquias, salientando que compartilhamos as mesmas preocupações e as mesmas situações, e que estamos a serviço de qualquer um na comunidade.

Caros e amados irmãos!
Como sabem, durante este Sínodo, teremos a eleição de dois novos hierarcas ou bispos da Arquieparquia de Beirute e Trípoli. Talvez possamos concordar em adicionar alguns nomes à lista de candidatos ao episcopado. Todos vocês irão apreciar a importância de criar pastores bons e santos para a nossa Igreja, capazes de servir o povo de Deus e toda a comunidade. É importante que criemos hierarcas distintos!

Estamos contentes em anunciar que em 2011 estaremos celebrando o 200º centenário da fundação da Casa Patriarcal em Ain Traz. Já começamos as preparações para o evento e lhes daremos os detalhes depois. Nessa ocasião, encorajaremos empresas agrícolas a investir no vasto território de Ain Traz, com o objetivo de conseguir autossuficiência para nossa Igreja. Teremos especialmente a inauguração do centro “Al-Liqa’a” (o Encontro) de diálogo entre as civilizações, se Deus quiser, na próxima primavera de 2011. (Por favor, distribuam o folheto.) Teremos a primeira conferência nesse centro depois da abertura em memória do falecido Arcebispo Elias Zoghby, um dos luminares do Movimento Ecumênico Internacional e um dos mais distintos homens do Concílio Vaticano II, juntamente com nosso predecessor, o Patriarca Máximo IV Sayegh.

Por outro lado, tenho o prazer de informar que estarei visitando nossos filhos greco-católicos na América Latina em Agosto e Setembro próximos, em cada uma das nossas paróquias no Brasil, como convidado de Sua Excelência o Bispo Farès Maakaroun; no exarcado de paróquias na Venezuela, como convidado de Sua Excelência o Bispo George Zuhairaty; na Argentina, seremos  hospedados por Sua Excelência o Arcebispo John Abdu Arbash. Nessa ocasião, realizaremos uma visita às igrejas e instituições criadas por nossos estimados irmãos bispos, e regozijar com eles e felicitá-los, ao celebrar a Sétima Conferência dos Bispos da Expansão na Argentina. Nessa ocasião, faremos os esforços mais intensos para comunicar com nossos filhos em outras partes da América do Sul. Tenho trabalhado para entrar em contato com os bispos latinos, especialmente no norte da América do Sul.
Também devemos encontrar uma maneira de entrar em contato com nossos filhos nos Emirados Árabes Unidos, no Golfo Pérsico, na África e em toda parte.

No início deste Sínodo estou trazendo para vocês saudações de cerca de duzentos dos nossos filhos e irmãos, os sacerdotes, que se reuniram no Dia do Sacerdote realizada no seminário de Rabueh em 16 de junho. Este encontro foi elaborado graças ao trabalho da comissão de animação com a Sua Excelência, nosso irmão o bispo Salim Ghazal. Foi um encontro muito agradável, no qual um número de nossos queridos bispos participou. Agradecemos muito a Deus pelos nossos queridos sacerdotes, que são os nossos embaixadores, capacitando-nos a abrir nossas asas sobre nossas paróquias. Peçam aos fiéis para rezar, pedido mais vocações ao sacerdócio e ordens consagrados na santa Igreja.

Em conclusão, que o Salvador abençoe este Santo Sínodo e as suas deliberações e decisões, e nosso povo no Líbano, (que está hospedando o nosso Sínodo), na Síria e todos os países árabes, especialmente na Palestina e no Iraque e nos países da expansão, na Europa do Norte e América do Sul, Austrália e Nova Zelândia …

Com o apóstolo Paulo, nós os enviamos, amados irmãos e reverendos, estimados membros do Sínodo, na língua sagrada de São Paulo, dizendo:

” Por isso, eu, prisioneiro no Senhor, peço que vos comporteis de modo digno da vocação que recebestes. Sede humildes, amáveis, pacientes e suportai-vos uns aos outros no amor. Mantende entre vós laços de paz, para conservar a unidade do Espírito. Há um só corpo e um só Espírito, assim como fostes chamados a uma só esperança: há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, que age por meio de todos e está presente em todos.” (Efésios 4, 1-6)

+Gregório III

Patriarca de Antioquia e de todo Oriente,

de Alexandria e Jerusalém

 

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