Ο ΛΟΓΟΣ ΓΑΡ Ο ΤΟΥ ΣΤΑΥΡΟΥ ΜΩΡΙΑ ΕΣΤΙΝ

O Apostolado dos Monges e Monjas

Hoje no Ocidente acostumou-se a falar de religiosos de vida contemplativa e ativa. Tal distinção é de ordem prática. Não urge exagerar tais diferenças, porque assim se separariam dois aspectos essenciais da vida cristã que estão estreitamente unidos. Referindo-se ao monaquismo oriental sob boas razões nas várias realidades é definido essencialmente como contemplativo. O único gênero de apostolado do qual trata S. João Clímaco é aquele do bom exemplo: "Os anjos são luz para os monges, mas a vida monástica é luz para todos os homens: os monges, por tanto, se esforcem em ser um bom modelo para todos, sem dar motivo de escândalo a ninguém (2 Cor 6, 3) em tudo que fazem ou dizem: se de fato a luz se torna trevas, quanto será obscura a verdadeira treva (cf Mt 6, 23), ou seja aqueles que vivem no mundo? A simples existência dos monges, além do que demonstram, tem um influxo, porque não há nada no universo divino que não tenha uma repercussão em cada qual de suas partes. Os monges devem cooperar pela salvação do mundo, não com a ação, mas existencialmente com a sua perfeição. Como afirma S. Basílio: "a vida ascética tem um único objetivo, a salvação da alma", isso não exclui o zelo interior pela salvação das almas dos demais, mas estabelece em linha de princípio que o asceta como tal não deve ocupar-se do ministério pastoral... a missão dos monges não é nem o estudo, nem o trabalho mas cantar o ofício, viver pelo bem de suas almas e penitenciar-se pelo mundo.

O Monaquismo segundo a tradição do Oriente cristão

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